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ícone destaque Cão Obediente, Blumenau e GasparAnsiedade de separação em cães! parte 2

Por Cassia Santos, do blog Cão Amor
 
O cão é um animal social, assim como o ser humano. Seu instinto lhe diz que, para estar seguro, deve viver  junto ao seu grupo, o que lhe garantirá a sobrevivência. Quando seu grupo de "humanos" sai e o deixa sozinho, a sensação que o bichinho tem, instintivamente, é de que sua sobrevivência está ameaçada. Ele simplesmente não entende que nada acontecerá e que a situação durará pouco tempo. Sob o prisma do cão, ele está sendo abandonado.
 
Além de já estar arraigado em seus institntos que não é bom estar só, muitos cães são extremamente apegados aos donos. Isto ocorre muitas vezes em razão do temperamento do cão, mas também por atitudes do dono, que incentiva e gosta de ter o seu pet sempre por perto, muito perto.
 
Essas pessoas, em geral, acabam criando situações das quais nem se dão conta: demonstram, de forma enfática, que sentem dó do companheiro e se despedem dele efusivamente ao sair de casa. Evidentemente que o cão passará a perceber os mínimos sinais toda vez que o dono for sair e a ansiedade se instalará já a partir deste momento... Ou ainda, chamam o cão o tempo todo para estar ao seu lado, mesmo que ele esteja em seu cantinho roendo um osso.
 
Por outro lado, existem também alguns outros fatores que podem deflagrar a chamada síndrome da ansiedade de separação: mudança abrupta na rotina do cão (exemplos – dono estava em férias, ou passava mais tempo em companhia do peludo e, de repente, passa a se ausentar mais; mudança de casa; perda ou chegada de um novo membro da família que altere a rotina do peludo).
 
Mas, e como identificar que o cãozinho está, efetivamente, sofrendo de ansiedade de separação? Se um ou mais dos comportamentos a seguir discriminados se mostrar presente, certamente serão necessárias providências para tratamento deste distúrbio comportamental tão comum (infelizmente), hoje em dia:
 
- o cão começa a, nitidamente, ficar nervoso ao constatar os sinais de que a família irá se ausentar (troca de roupa, pegar bolsa, chaves do carro etc.);
- o cão late, uiva ou chora insistentemente quando está sozinho (em geral, a família toma conhecimento do fato por reclamações/comentários dos vizinhos);
- o cão adota comportamentos destrutivos quando sozinho, como arranhar portas e batentes, destruir objetos da casa como controles remotos, almofadas;
- o cão saliva excessivamente, podendo ser encontrada uma verdadeira poça em casa quando a família retorna;
- o cão fica apático, não come, não bebe água nem faz as necessidades, só tendo ânimo para estas atividades quando do retorno do dono;
- o cão se auto-mutila como, por exemplo, lambendo as patinhas até se formarem feridas.



Fonte MãedeCachorro

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